03 novembro, 2016

"Teachers’ Dream Classroom Survey": exemplo de infographic para mostrar resultados de pesquisas


Este infográfico sobre um estudo recente intitulado "Teachers’ Dream Classroom Survey" realizado pela Edgenuity em 400 escolas de Estados Unidos (entre 6 a 12 anos escolares) é muito interessante por duas razões: pelos dados revelados no levantamento realizado, e também, por ser mais um exemplo de infográfico que mostra de forma rápida e visual os resultados de pesquisas complexas realizadas.

São muitas informações que podem ser analisadas pelos docentes e pesquisadores a partir destes dados. Por exemplo, sobre o tempo que gastam os docentes em tarefas administrativas e como a tecnologia poderia poupar tempo para dedicar mais atenção para os alunos com dificuldades, o desenvolvimento de lições mais criativas e aulas à medida e interesse dos estudantes. Outro dado é que, a pesar do acesso à tecnologia não ser mais uma limitante, ainda existe uma falta de integração dela para transformar de fato a educação.

fonte: http://elearninginfographics.com/edtech-teachers-dream-classroom-infographic/

Referências:
EDGENUITY. America’s Education Technology Gap: Teachers Believe Tech Enriches the Classroom – But Schools Struggle with Implementation. Edgenuity.com, May 9 2016. http://www.edgenuity.com/americas-education-technology-gap/

McNEIL,  Elisha. Teachers Like Technology in the Classroom, But Few Think It’s Well Integrated. Education Week, May 20, 2016. http://blogs.edweek.org/teachers/teaching_now/2016/05/technology_impacts_classroom_instruction.html

14 outubro, 2016

Multimodalidade no aeroporto

Estou feliz. Na semana anterior fui apresentar meu projeto de pesquisa no Seminário de Teses e Dissertações da UFMG e a proposta foi avaliada de forma favorável pelos professores Clarice Gualberto e Renato Caixeta. Eles também fizeram comentários que me deixaram com mais confiança no caminho que devo seguir. Oba! Oba! foi mais uma etapa cumprida!

A parte ruim foi que na volta tive que passar muitas horas no aeroporto de Belo Horizonte, mas já estava preparado para essa longa espera.  

Tinha colocado na mala dois excelentes livros sobre multimodalidade que comprei e chegaram pouco antes da minha viagem, e inspirado nessas leituras foi só olhar com um pouco de atenção ao meu redor para perceber como nos novos espaços e lojas do aeroporto recentemente ampliado, os passageiros e visitantes ficam imersos em um panorama multimodal chamativo e deslumbrante.

Em um olhar mais acurado, prestando atenção para os detalhes desses materiais informativos ou publicitários, podemos ver a relação entre os modos verbal e visual, e como funcionam os diversos recursos semióticos de cada modo, assim como a complementaridade intersemiótica que faz que o efeito do trabalho conjunto entre os diversos modos presentes seja maior que o efeito de cada modo individualmente.

Também podemos observar como alguns recursos de design e da composição vão se tornando cada vez mais naturais, como é o caso do efeito da escrita desenhada com giz em um fundo preto que imita uma lousa da escola ou mural de anotações, ou o uso de faixas de título que, apesar de estarem presentes há muito tempo em programas de edição de textos como o Word, agora são popularizados e naturalizados pela presença cada vez maior de infográficos e outras formas de visualização de informações.

Bom, aqui deixarei algumas imagens que fiz com não muito qualidade com a câmera de meu telefone celular, registrando algumas dessas construções multimodais que mais me chamaram a atenção, mas antes mostrarei os dois livros que tive o prazer de ler nesse momento e que recomendo para todos os que se interessam pelo tema da multimodalidade e multiletramentos na escola.


Altamente recomendados os dois livros! Gêneros discursivos e multimodalidade: desafios, reflexões e propostas no ensino de inglês (organizado por Barbara Hemais, Pontes editores, 2015) e Multiletramentos e multimodalidade: ações pedagógicas aplicadas à linguagem (organizado por Dorotea Kersch, Carla Coscarelli e Josiane Cani (Pontes editores, 2016).

Vamos agora para o aeroporto!

 

 

 



E aqui meu preferido, visível na porta do banheiro, pelo lado interno. 

Este último infográfico estimo que pode facilitar perfeitamente o ensino de inglês, se fosse utilizado em uma sequência adequada: primeiro os textos em inglês, depois fazer a relação com os pictogramas correspondentes e, por último, a visualização dos textos ordenados (português > inglês + pictogramas de cada um). Vocês não acham o mesmo?

21 setembro, 2016

Infografía: Escucha lo que tu cuerpo te pide (deficiencia de vitaminas)


No puedo saber cuál es la fuente original de estas imágenes que he encontrado en Facebook, pero me han gustado, pues es sencillo y bien elaborado, así que he unido las cuatro imágenes en una sola.

Puede servir para hablar sobre el cuerpo humano y los efectos de la deficiencia de algunas vitaminas, el léxico de alimentos, el si condicional, dar consejos con imperativo, etc.

07 agosto, 2016

Infografías dos esportes do Rio 2016

Excelentes infográficos para treinar nosso espanhol aprendendo mais coisas sobre cada esporte olímpico!! ‪#‎rio2016‬


Para ver ampliado clique aqui.

Observe que você pode navegar clicando no pictograma de cor azul correspondente ao esporte de seu interesse, que se encontra na parte superior da página.

17 julho, 2016

Megainfografía sobre Pokemon-go.

Una aplicación para smartphones, llamada Pokémon-go, es la furia del momento. Hace un par de semanas que casi no se escucha de otra cosa en el mundo de los gamers, y los medios noticiosos no se han hecho esperar.

fuente de la imagen. IGN España. 

De una forma muy inteligente y novedosa, este juego mezcla elementos de realidad aumentada y realidad virtual que hace salir a la calle a los jugadores, y se hace valer también del interés que producen los famosos pokemones que marcaron toda una época. Creo que no deja de ser atrayente también a los más jóvenes que no los conocieron en su periodo de auge o hasta a los que no les gusta, pues hay que reconocer que en todos estos años la cultura Pokémon ha prevalecido de diversas formas.

No se me olvidarán nunca las batallas verbales en mi familia con nuestros hijos sentados a la mesa a la hora de las comidas, tratando sus pobres padres de recordar cuál era la evolución de cada pokémon que ellos nos preguntaban. Y como ellos se reían de nuestra incapacidad.

Es verdad que con mucho esfuerzo y dedicación -para agradar a mis hijos-, casi casi que me aprendí un buen número de ellos, pero la cosa se complicó y desistí cuando llegaron los digimones. grrrrrrr Ahí fue que tiré la toalla.

Retornando a la aplicación en cuestión, no en balde con esa suma de características novedosas que tiene el juego, la empresa Nintendo ha ganado 30 mil millones de dólares en solo una semana y media de su lanzamiento. Y vendrán muchos más, pues este fenómeno apenas está comenzando y también marcará la pauta a ser seguida en las próximas aplicaciones que sin duda aparecerán.

Algunos sesudos ya piensan en las posibilidades educativas de esos desafíos en acción, otros se burlan de la novedad, y yo estoy preparando un texto donde muestro algunos antecedentes de la realidad aumentada en las aplicaciones de idiomas que muy probablemente lo publicaré en el blog que dedico a la enseñanza de idiomas.

Pero bien, como este blog es específico para infografías (infographics en inglés o infográficos en portugués), quiero mostrarles una infografía compleja o megainfografía que apareció hoy en el diario mexicano La Razón.


Fuente: La Razón, 17 jul.2016. 
Para ver ampliado haga click aquí.  

Según los estudiosos y lo que dice el senso común, puede haber dificultades en la lectura y comprensión de infografías, cuando se trata de infografías complejas como ésta, con múltiples elementos y entradas posibles, pero me asalta una duda.

¿Será que a los jóvenes que se interesen por este tema les será muy difícil leer esta infografía específica? Es posible que haya dificultades con algunos tipos de representaciones de datos a los que nos estén acostumbrados, pero ¿el interés añadido y un trabajo colectivo en sala de aula mediado por el profesor no pudiera ayudar a comprender y sacar provecho de este tipo de material sin llegar a ser tedioso?

Creo que será bueno o por lo menos interesante ponerlo a prueba en clases ¿No es verdad?

Con ese "esfuerzo" conjunto, se puede facilitar el camino a nuestros estudiantes contribuyendo con la alfabetización visual y científica, de forma que aprendan y tomen el gusto a la lectura de datos en este tipo de material verbo-visual tan común en estos tiempos.

Ah, como pueden ver aquíla RAE ya recomienda que el plural de Pokemon sea Pokémones, pero sinceramente me gusta más sin acento. ¿Qué piensan ustedes de eso?